terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Você já fez xixi no banho hoje?


De forma descontraída num site que parece que foi criado para crianças, esta propaganda se empenha em convencer as pessoas que fazendo xixi no banho você vai estar economizando a água de uma descarga (12 litros) e assim ajudando o meio ambiente. Esta campanha foi criada pela ONG SOS Mata Atlântica e o que parece ser tão divertido para as crianças, entre os ‘não baixinhos’ (adultos) vem causando certa polêmico. A discussão gira em torno se é uma atitude higiênica, se pode trazer qualquer tipo de doença e ainda o menor dos males mas não menos desagradável: o mal cheiro no banheiro. O site da ação afirma que não há problema, pois 95% da urina é composta de água, e as substâncias restantes são eliminadas pelo ralo. O importante, no entanto, é fazer o número 1 logo no início do banho.
Na verdade o principal objetivo da campanha é gerar uma reflexão, provocar, mexer na consciência no que diz respeito a economia da água. A campanha ainda conta com um divertido “garoto-propaganda” que é um sapo, mas ele não se encontra alí por acaso. O sapo é um animal que só vive em águas limpas. Se a água estiver contaminada ele morre. Metas da campanha? A ação também pretende atingir a economia de 4.380 mil litros de água por ano. E você, já fez xixi no banho hoje?

Postado por Francisco de Barros
Referência: http://projetojogolimpo.blogspot.com/2009/05/ja-fez-xixi-no-banho-hoje.html

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Lixo radioativo: Brasil não tem depósitos adequados


De acordo com IBGE, hospitais e indústrias produziram 13,7 mil metros cúbicos de lixo radiotivo armazenado

O Brasil não tem depósitos adequados para armazenar o lixo radioativo. O dado foi revelado pela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), intitulada "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável", divulgada essa semana.
O relatório indica que o lixo radioativo produzido por indústrias e hospitais, que representam 13,7 mil metros cúbicos, e pelas usinas Angra 1 e Angra 2, 2,08 mil metros cúbicos, ficam temporariamente armazenados em centros vinculados à Comissão Nacional de Energia Pública (Cnem).
O estudo aponta que os depósitos localizados em São Paulo, que armazenam 36% do lixo radioativo; no Rio de Janeiro, com 19%, e na Bahia, com 18%, são considerados seguros. No entanto, a pesquisa destaca que não adianta armazenar o lixo radioativo em local seguro e que ele deveria ir direto para onde ficaria definitivamente armazenado.
A publicação ainda mostrou que o único depósito adequado no país está localizado em Abadia de Goiás. Ele armazena, exclusivamente, os rejeitos do acidente com o Césio-137, responsável pela contaminação de centenas de pessoas em Goiânia, no ano de 1987.

Comentários:
O lixo por sua vez é um problema para o meio ambiente, pois o maior problema no Brasil é o descarte de lixo radioativo (lixo atômico também). Projetos formulados pelo governo tentam amenizar esse excesso de lixo no Brasil.
A maior preocupação não seria apenas a estocagem ou como será descartado e sim o modo pelo qual o governo tentara sumir o esse lixo sem que prejudique o meio ambiente, isso seria uma divida que o governo tem com a população, com meio ambiente e não só do Brasil e sim para o “mundo”.

Ass: Murillo Canuto Viera e Silva.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Fome de ar, água e comida

Fome de ar, água e comida
Os donos do mundo e seus sábios reunidos em Copenhague ainda não se entenderam sobre como salvar o planeta. A COP15 já funcionou, porém, como uma martelada na cabeça dos líderes, alertando-os para a superlotação da Terra e a dramática escassez de recursos naturais
Antes que você acabe de ler esta frase, terão nascido no mundo quarenta bebês, enquanto vinte de nós terão deixado o plano material para prestar contas a Deus. O saldo é a chegada, a cada dez segundos, de vinte novos moradores da Terra, prontos para crescer, estudar, trabalhar, namorar, casar e ter filhos. Há dez anos, em 1999, o planeta estava na confortável situação de receber cada novo morador com comida e água na quantidade necessária para que ele conseguisse atingir seus sublimes objetivos na vida. De lá para cá, começou a se delinear um novo e desafiador cenário para a espécie humana. A demanda por comida e outros bens naturais passou a crescer mais rapidamente do que a oferta, como mostram as curvas desenhadas no globo da página anterior. Elas não foram parar ali por acaso. Aquele globo esverdeado e translúcido é, até agora, a imagem que melhor identifica a COP15, a reunião de representantes de 192 países que tem lugar em Copenhague, na Dinamarca. Esses senhores e seus assessores científicos têm como missão chegar a um acordo mundial para conter o ritmo do aquecimento global. Esse fenômeno é normalmente benéfico, mas saiu de controle, aparentemente como resultado da atividade industrial humana, e agora pode desarranjar o clima da Terra a ponto de ameaçar a sobrevivência de inúmeras espécies e impor um modo de vida mais áspero e severo à própria humanidade.
A COP15 acaba no fim da próxima semana, e seu encerramento está sendo esperado com tal ansiedade que muitos nem sequer cogitam, por assustadora, a possibilidade de um fracasso. Talvez se deva começar a pensar com mais realismo nessa possibilidade. Por razões metodológicas e ideológicas, e também para não ampliar em demasia a pauta das discussões, dificultando ainda mais um acordo final, a questão populacional está em plano secundaríssimo em Copenhague. É estranho que ela tenha sumido dos debates sobre as soluções do aquecimento global, quando se sabe que esteve na base do seu diagnóstico desde o primeiro momento em que o aquecimento global foi visto como um perigo potencial. Quando o físico sueco Svante Arrhenius concluiu seus cálculos pioneiros sobre o efeito das moléculas de gás carbônico (CO2) no aumento da temperatura média do planeta, em 1896, a Terra era habitada por cerca de 1 bilhão de pessoas. Arrhenius foi o primeiro a perceber que o aumento na concentração de CO2 poderia aquecer demais o planeta. Pouco mais de um século depois do trabalho do sueco, a Terra tem 6,8 bilhões de habitantes e caminha para os 9,2 bilhões por volta de 2050. Serão 2,5 bilhões de pessoas a mais, e, graças ao sucesso da globalização econômica, a maioria delas atingirá um padrão de consumo de classe média. Isso tem um peso extraordinário não apenas na equação do aquecimento global, mas no frágil equilíbrio que a civilização ainda consegue manter em suas relações de rapina com o mundo natural. É enorme o impacto da explosão populacional aliado à emergência social e econômica de imensas massas humanas antes fadadas à miséria. Seus efeitos já se fazem sentir no aumento da demanda de alimentos em ritmo superior ao da oferta, como mostram as curvas do gráfico sobreposto ao globo-símbolo da COP15 nas páginas de abertura desta reportagem.
Vivo estivesse, o sueco Svante Arrhenius enfatizaria em Copenhague o fator populacional no descontrole aparente em que se encontra o efeito estufa global. A cada dia que passa, o mundo tem de sustentar 213 000 pessoas a mais. Cada ser humano adulto produz, em média, 4,3 toneladas de gás carbônico por ano sem fazer nada de mais - apenas ao acender uma lâmpada, andar de carro ou ônibus, alimentar-se e vestir-se. Esses novos passageiros da espaçonave Terra, em conjunto, passarão a responder, então, por 880 000 toneladas a mais de carbono arremessado na atmosfera. As estimativas de aumento de emissões de gases de efeito estufa contemplam o choque populacional. O documento final do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU diz com clareza que "o crescimento do produto interno bruto per capita e o da população foram os principais determinantes do aumento das emissões globais durante as últimas três décadas do século XX". Outro relatório divulgado há menos de um mês pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) chama a atenção para o equívoco de desprezar o aumento populacional no debate sobre o aquecimento: "Os gases de efeito estufa não estariam se acumulando de modo tão perigoso se o número de habitantes da Terra não aumentasse tão rapidamente, mas permanecesse em 300 milhões de pessoas, a população mundial de 1 000 anos atrás". O intrigante é que, nas ações propostas para os próximos anos, o fator aumento da população desaparece.
O tema é realmente explosivo e tem conotações sombrias, por erros cometidos no passado. Com razão ou não, muitas pessoas encaram qualquer sugestão para conter o ritmo de aumento populacional como uma interferência indevida de forças estranhas no livre-arbítrio de países, famílias e das próprias mães. Razões culturais e socioeconômicas contribuem para tirar qualquer efeito prático das assombrosas constatações do crescimento populacional desenfreado. São dois os motivos principais para isso. O primeiro é que existe uma inegável disparidade no volume de emissões individuais quando se comparam cidadãos de países ricos e pobres. Um americano joga, em média, 19 toneladas de gás carbônico na atmosfera anualmente. Um afegão morador das montanhas de seu belo país contribui com modestíssimos 26 quilos de CO2. Como exigir do montanhês afegão que - quando não foi recrutado pelo Talibã para plantar papoula, matéria-prima do ópio - vive do leite de suas cabras e da hortinha no quintal que refreie seus impulsos reprodutivos usando como argumento o peso que o pobre coitado está colocando sobre o planeta? É ridículo. A maior força moral está em convencer o bem-educado e bem nutrido americano médio a repensar seu modo de vida, optando por uma sobrevivência mais frugal. Vale dizer que, embora as conversões ao naturalismo e à alimentação orgânica se contem aos milhares todos os meses nos Estados Unidos, elas são insignificantes do ponto de vista global.
A segunda razão do encalacramento da questão populacional vem da noção, bastante razoável, diga-se, de que os avanços educacionais e os saltos tecnológicos são muito mais eficientes nesse caso do que qualquer política governamental. O dinamarquês Bjorn Lomborg, estrela no grupo dos cientistas céticos quanto aos efeitos do aquecimento global e à responsabilidade humana nele, está entre os que acreditam que a solução virá do avanço tecnológico. Disse Lomborg a VEJA: "Realmente o tema não é tratado aqui. Pela ordem, eu diria que conter o consumo é um pouco mais prioritário, mas, definitivamente, apressar a busca por novas tecnologias limpas é o mais importante de tudo". O economista carioca Sérgio Besserman, ex-presidente do IBGE, que participa da COP15, descrê de qualquer política centralizada que vise a determinar ou influenciar os casais a respeito do número de filhos que devem ter. Ele lembra que a elevação do padrão cultural e educacional da população sempre coincide com a diminuição da taxa de fecundidade. "Quan-do se torna mais amplo o acesso à educação, à cultura e ao conhecimento, as populações passam a crescer em ritmo menor e até a decrescer", diz.
O caso brasileiro é ilustrativo dessa constatação. Há trinta anos, as mulheres brasileiras apre-sentavam taxas de fecundidade que se contavam entre as maiores do mundo, rivalizando com os padrões africanos. No começo da década de 90, a situação apresentava melhoras, mas ainda era preocupante. As mulheres do Brasil rural tinham então, em média, 4,3 filhos - dois a mais do que as mães urbanas. Uma década mais tarde, a diferença entre o número de filhos de mães rurais e urbanas se reduziu para 1,2. Em 2006, a taxa geral de fecundidade no Brasil havia estacionado em dois filhos por mulher. Um avanço cujo progresso só pode ser explicado pelos fatores apontados por Besserman, uma vez que as campanhas de controle de natalidade há muito foram desativadas no Brasil.
Fenômeno semelhante deve ocorrer na Ásia e na África com as melhorias educacionais e com o aumento da proporção da população urbana em relação à rural. Viver em cidades é um grande fator de diminuição do número de filhos. A ONU calcula que o somatório desses fatores terminará por estabilizar a população do planeta na casa dos 9 bilhões a partir do ano 2050. A questão é como chegar até lá sem grandes traumas. O prognóstico não é bom. Estudos científicos mostram que o mundo natural está sendo testado em seu limite para sustentar os atuais 6,8 bilhões de passageiros da espaçonave Terra. Segundo o OPT, organização inglesa que desenvolveu um indicador confiável de sustentabilidade, nos níveis tecnológicos atuais, o máximo que o planeta comporta sem risco de exaustão são 5,1 bilhões de pessoas. No fim da próxima semana, de Copenhague, virá a sinalização se a humanidade captou o dramático pedido de socorro que a Terra está emitindo.

Temos que aprender, a nos controlarmos, pois o futuro só depende de nós, temos que começarmos agir agora para ter um futuro, com qualidade de vida melhor, em todos os aspectos.
Para mais informações acesse o link http://veja.abril.com.br/161209/fome-ar-agua-comida-p-132.shtml

Michael Ribeiro

“RECICLAR! AJUDA A PRESERVAR O MEIO AMBIENTE”

Aluno de Biologia cria técnica nova para reciclagem reciclar bitucas de cigarros, desenvolvida em aula de arte o estudante de Biologia da Universidade de Brasília (UnB) Marco Antonio Barbosa Duarte desenvolveu o projeto de reaproveitamento de bitucas. Isso mesmo, aquela ponta de cigarro fumado, que para todo mundo só teria uma destinação o lixo. Sob a orientação da professora do Instituto de Artes (Ida) da UnB Therese Hoffmann e de Paulo Suarez, professor do Departamento de Química Marco Antonio, faz da bituca matéria - prima para produzir papel.
A idéia de fazer papel reciclado com esse tipo de material surgiu por acaso, quando o estudante caminhava pelo minhocão (o Instituto Central de Ciências ICC ). Matriculado na disciplina materiais em artes, ministrada por Therese, Marco Antonio trouxe para a sala de aula, no segundo semestre de 2002, um saco cheio de pontas de cigarro e perguntou a professora se era possível transformar aquele monte de lixo em papel. “Resolvemos testar e deu certo”, lembra Therese. Já se utilizavam os resíduos das fabricas de filtro de cigarro, ou seja, filtros “limpos”, em outros tipos de pesquisa. A Embrapa de Pernambuco, por exemplo, recebe sobras da Filtrona Brasileira Industrial e Comercio para testar o uso do material na absorção e retenção de água em solos secos. A empresa tem o ISO 14.002 e, portanto, assegura que todo material gasto na produção é de alguma forma reutilizada, reaproveitar o filtro depois de consumido, contudo, é novidade. “Aproveitamos toda a bituca, o filtro e o tabaco fornecem as fibras que dão origem ao papel e as cinzas podem servir de base no processo”, explica o estudante, que também não despreza as sobras da indústria para confeccionar mais papel. Ele recebeu milhares de filtros não aproveitados para dar continuidade a seus estudos. Segundo a professora Therese Hoffman, o rendimento é de quase 100%.
Para obter o material o processo é a reciclagem comum, as pontas e os filtros são separados do papel e misturados em água, soda caustica e água oxigenada e cozidos. A pasta resultante é colocada para secar, quando se forma o papel.
A professora Therese Hoffman e Marco Antonio apresentam o trabalho como inovação tecnológica no Congresso Nacional de Celulose e Papel, realizado em São Paulo. Objetivo final do projeto é verificar qual a melhor utilidade que o papel reciclado pode ter, sabe que é possível obter papel nobre, utilizável para escrita e impressão.
A patente foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade.
(Uma bituca pesa 0,4 gramas, ela resultará em cerca de 0,4gramas de papel reciclado).
“Se todas as bitucas de cigarros que estão espalhados pela nossa cidade fossem reaproveitas e as pessoas tivessem pelos menos mais informações sobre esse tipo de reaproveitamento, essa maneira nova de reciclagem, quem imaginaria que uma bituca de cigarro que estão espalhadas por São Paulo aos montes se transformaria em papel de boa e ótima qualidade, teria mais qualidade de vida, não veríamos tantas bitucas jogadas em vias publicas de nossa cidade apenas fazendo peso e uma ruim impressão de quem somos de verdade”
Parabéns estudante Marco Antonio Barbosa Duarte e seus professores pela iniciativa de promover uma boa forma de reciclar sem danificar o meio ambiente em que vivemos
Muito obrigado pela atenção de todos.
Postado por Diego Araujo.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O que você tem haver com as discussões em Copenhague na COP15?



Quando se fala Brasil logo vem a mente um país onde a beleza e a riqueza natural sobressai em todos os sentidos: matas, florestas, flores, pássaros, paisagens até recentes descobertas de petróleo na camada do pré-sal localizado nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo (região litorânea entre os estados de Santa Catarina e o Espírito Santo). Morar num pais assim, parece que discussão como ‘aquecimento global’ são dispensáveis e que isso não se aplica ao Brasil de forma alguma, porém não é bem assim.

O aquecimento global no Brasil pode ter efeitos 20% maiores que a média global até o fim do século, com grandes impactos sobre os índices pluviométricos do país, de acordo com um novo estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), lançado durante a reunião das Nações Unidas sobre o clima, em Copenhague.

Em parceria com o Met Office Hadley Centre, da Grã-Bretanha, cientistas fizeram projeções dos efeitos dos gases que provocam o efeito estufa no país usando diferentes modelos.

As consequências econômicas para o país são potencialmente desastrosas, já que uma redução no regime de chuvas do Brasil teria efeitos diretos sobre a produção de energia elétrica – 70% da qual é gerada por hidrelétricas.

Chuva

Se mais de 40% da extensão original da floresta amazônica for desmatada, isto pode significar a diminuição drástica da chuva na Amazônia Oriental.
Segundo os pesquisadores, 40% de desmatamento ou um aquecimento global entre 3°C e 4°C representariam o ‘tipping point’, ou seja, o ponto a partir do qual parte da floresta corre o risco de começar a desaparecer.
Com apenas 2ºC a mais no termômetro, a bacia amazônica perderia 12% do volume de chuvas e a bacia do São Francisco, 15%.

São Francisco

Nas previsões mais extremas, com um acréscimo de temperatura de 6,6%, as chuvas na Amazônia e na região do São Francisco poderiam cair 40% e 47%, respectivamente, literalmente transformando essas regiões.
Mesmo a hipótese menos drástica, de um aquecimento de 2ºC, ameaçaria o futuro do rio São Francisco, que já terá o seu volume d’água bastante afetado pelas obras de transposição.
Já o modelo climático regional do Inpe se concentra no Brasil e avalia o impacto de níveis diferentes de aquecimento global.

E então? Você ainda acha que os brasileiros de norte a sul do Brasil, não tem nada haver com as discussões sobre ‘aquecimento global’? Evidente que as medidas mas duras devem ser cobradas e executadas pelos países mais desenvolvidos e sobretudo os que mais poluem, porém a responsabilidade de cuidar do planeta é de cada um, além do mais… a casa é nossa!

FONTE: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091211_c15_ebc_rc.shtml

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Reciclagem de papel

Reciclagem de papel: uma atitude que ajuda na preservação do meio ambiente

O papel é um dos produtos mais utilizados nas tarefas do cotidiano. Quando não está sendo mais utilizado, pode passar por um processo de reciclagem que garante seu reaproveitamento na produção do papel reciclado. O papel reciclado tem praticamente todas as características do papel comum, porém sua cor pode variar de acordo com o papel utilizado no processo de reciclagem.

Importância

A reciclagem do papel é de extrema importância para o meio ambiente. Como sabemos, o papel é produzido através da celulose de determinados tipos de árvores. Quando reciclamos o papel ou compramos papel reciclado estamos contribuindo com o meio ambiente, pois árvores deixaram de ser cortadas. Não podemos esquecer também, que a reciclagem de papel gera renda para milhares de pessoas no Brasil que atuam, principalmente, em cooperativas de catadores e recicladores de papel.

Coleta

Uma das etapas mais importantes no processo de reciclagem de papel são a separação e coleta seletiva do papel. Nas empresas, condomínios e outros locais existem espaços destinados ao descarte de papel.

Tipos de papéis recicláveis

Tipos de papel que podem ser reciclados: papel sulfite, papelão, caixas de embalagens de produtos, papel de presente, folhas de caderno, entre outros.

Como fazer papel reciclado em casa (reciclagem caseira)

1º - Separe o papel que não está mais sendo utilizado, recorte em pequenos pedaços e coloque num recipiente com água. Deixe assim durante um dia completo.
2º - Pegue este papel molhado e bata num liquidificador ou mexa bastante até dissolver e virar uma espécie de massa.
3º - Coloque essa massa espalhada (no formato fino) numa espécie de rede fina e cubra com um peso que terá a função de prensar.
4º - Depois de 24 horas, retire o peso e deixe o papel secar, de preferência em ambiente seco ou ao sol.

Mais informação acesse o link:

http://www.suapesquisa.com/reciclagem/reciclagem_de_papel.htm

Meu comentário: Hoje em dia é muito importante a reciclagem de papel porque assim, com a reciclagem vai diminuindo o desmatamento das matas e vai melhorando o nosso meio ambiente e vai diminuindo a poluição.

Seja consciente use produtos recicláveis e retornáveis faz bom para nós e para o meio ambiente.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Os Desastres Ambientais




O espaço natureza é uma obra completa, perfeita, em que desde o elemento mais ínfimo até o maior fazem parte de um sistema, que se completa e interage, com funções bem definidas, são os chamados ecossistemas. O homem interfere no controle do meio ambiente desde os primórdios de sua evolução, e gradativamente essa interferência vai se tornando maior e ao mesmo tempo mais agressiva. Assim pode-se considerar que a partir da revolução industrial o homem passou a interferir gravemente no equilíbrio natural dos ecossistemas, com a industrialização começaram a se formar os primeiros centros urbanos, áreas foram desmatadas, rios canalizados, os recursos naturais utilizados de forma desordenada e gases tóxicos lançados na atmosfera e uma descontrolada produção de lixo.

Desastres Ambientais

O resultado de toda essa ação do homem são os graves problemas ambientais que vem acontecendo nos últimos anos, com o aquecimento global o degelo das calotas polares, a antártica derretendo mais rapido e o buraco na camada de ozônio que protege a terra dos raios ultravioletas, sem contar com o grande numero de desastres ambientais de imensa magnitude que vem acontecendo em todo o planeta e que muitos estudiosos consideram como uma resposta da natureza as agressões sofridas. Alguns desses desastres são muito graves e trazem prejuízos de toda ordem, com a morte de muitas pessoas, prejuízos econômicos e também prejuízos ambientais, a exemplo disso podemos citar os incêndios que vem atingindo o sul da Austrália, onde mais de 500 hectares de florestas já foram destruídos, milhares de casa chega a registrar 50 óbitos por dia em virtude do calor que passa de 40º e em alguns dias chega a 47º.

A Questão Ambiental

Essa onda de calor devastador junto a fortes ventos são os responsáveis pelos incêndios que devastam 3 estados americanos, ceifando a vida e o patrimônio de milhares de pessoas. Outro exemplo de desastres da natureza que vem acontecendo com uma freqüência e gravidade cada vez maior são as enchentes e enxurradas, que são ocasionadas muitas vezes por fortes estações de chuvas que a exemplo de no Sul do Brasil, deixou milhares de desabrigados e muitas pessoas mortas. Morros inteiros deslizaram soterrando casa, ruas e tudo que encontrasse pela frente, no entanto há também as enxurradas, onde um grande volume de água não tem vazão nos centros urbanos totalmente asfaltados e acabam por encher levando pontes carros, e invadindo casas. Esses exemplos de desastres naturais, que não tem a ação direta do homem, mas são causados sim pela ação humana que ao longo do tempo altera o equilíbrio natural.

Problemas Ambientais

O aquecimento global é uma das causas dos incêndios que vem acontecendo repetidamente nos últimos anos no sul da Califórnia e agora na Austrália e outros estados norte americanos, as enchentes em Santa Catarina e no Sul do Rio Grande do Sul mataram dezenas de pessoas, destruíram casas, estradas, pontes e residências deixando marcas profundas nas pessoas atingidas, com danos ao, a pública e ao patrimônio da saúde e beleza coletividade, gerando uma sensação de impotência diante da magnitude da natureza. Hoje o homem já fala em e controle do meio desenvolvimento sustentavel ambiente, onde será então aliado da natureza, esse com certeza é o único caminho possível para que a harmonia do planeta seja recobrada, pois a natureza vem cobrando o preço por tantas agressões sofridas ao longo dos séculos.


Ass: Murillo Canuto