Lixo radioativo: Brasil não tem depósitos adequados
De acordo com IBGE, hospitais e indústrias produziram 13,7 mil metros cúbicos de lixo radiotivo armazenado
O Brasil não tem depósitos adequados para armazenar o lixo radioativo. O dado foi revelado pela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), intitulada "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável", divulgada essa semana.
O relatório indica que o lixo radioativo produzido por indústrias e hospitais, que representam 13,7 mil metros cúbicos, e pelas usinas Angra 1 e Angra 2, 2,08 mil metros cúbicos, ficam temporariamente armazenados em centros vinculados à Comissão Nacional de Energia Pública (Cnem).
O estudo aponta que os depósitos localizados em São Paulo, que armazenam 36% do lixo radioativo; no Rio de Janeiro, com 19%, e na Bahia, com 18%, são considerados seguros. No entanto, a pesquisa destaca que não adianta armazenar o lixo radioativo em local seguro e que ele deveria ir direto para onde ficaria definitivamente armazenado.
A publicação ainda mostrou que o único depósito adequado no país está localizado em Abadia de Goiás. Ele armazena, exclusivamente, os rejeitos do acidente com o Césio-137, responsável pela contaminação de centenas de pessoas em Goiânia, no ano de 1987.
Comentários:
O lixo por sua vez é um problema para o meio ambiente, pois o maior problema no Brasil é o descarte de lixo radioativo (lixo atômico também). Projetos formulados pelo governo tentam amenizar esse excesso de lixo no Brasil.
A maior preocupação não seria apenas a estocagem ou como será descartado e sim o modo pelo qual o governo tentara sumir o esse lixo sem que prejudique o meio ambiente, isso seria uma divida que o governo tem com a população, com meio ambiente e não só do Brasil e sim para o “mundo”.
Ass: Murillo Canuto Viera e Silva.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
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